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Notícias

Publicado em 02/12/2016

Quase 60% das famílias têm renda per capita de até um salário mínimo

Resultados pioraram de 2014 para 2015, mas são melhores que os de 2005. 

São Paulo – O número de famílias com renda domiciliar per capita equivalente a um quarto do salário mínimo cresceu, entre 2014 e 2015, de 8% para 9,2% do total, segundo dados divulgados hoje (2) pelo IBGE. A comparação é favorável com 2005, quando a participação nessa faixa de renda era de 12%.

A participação das famílias com renda per capita acima de um quarto e até meio salário mínimo passou de 17% para 17,8% – eram 20,4% dez anos antes. Assim, mais de um quarto das famílias tinha renda de até meio mínimo em 2015.

A faixa acima de meio até um salário mínimo também cresceu, de 28,9% para 30,3% – chegava a 27% em 2005. Somadas as três, 57,3% das famílias tinham, em 2015, renda per capita de até um salário mínimo.

As famílias com renda de um a dois mínimos passaram de 25,2% para 24,7% (21,1% em 2005). E aquelas situadas na faixa de dois a três mínimos foram de 7,9% para 7%, próximo ao resultado de dez anos antes (7%).

De três a cinco mínimos, eram 4,6%, ante 4,9% em 2014 – e 5,3% em 2005. Na última faixa, acima de cinco salários mínimos, de 3,8% para 3,4% (4,5%).

O rendimento médio em 2015 foi de R$ 1.270, variando de R$ 796 (Nordeste) a R$ 1.524 (Centro-Oeste), seguido de Sul (R$ 1.512), Sudeste (R$ 1.504) e Norte (R$ 850). (Por Redação RBA. Foto: Reprodução)

Publicado em 02/12/2016

Dados do IBGE mostram que brancos têm mais acesso a serviços e bens

Número de domicílios com eletricidade sobe para 98,2%. São 97,1% com TV e 93% com telefone. Gasto excessivo com aluguel atinge quase um terço dos inquilinos. 

São Paulo – De um total de 68 milhões de domicílios, 17,9% são alugados, e segundo o IBGE quase um terço dos inquilinos apontam ônus excessivo na despesa com aluguel: são 32%, ante 24,3% em 2005. Trata-se de uma situação em que o valor mensal iguala ou supera 30% da renda domiciliar. As instalações dos domicílios aparecem melhor equipadas e com mais acesso a serviços, mas também nesse item aparecem desigualdades de cor.

Segundo a Síntese de Indicadores Sociais do IBGE, no ano passado 71,9% dos domicílios em que a pessoa de referência era branca tinham acesso a serviços de água, esgoto e coleta de lixo. Entre pretos e pardos, eram 55,3%. Esse diferença, de 16 pontos percentuais, era de 20 pontos em 2005: 64,8% e 44,2%, respectivamente.

O total de domicílios com eletricidade passou de 83,5% em 2005, para 98,2%, sendo 99,6% para brancos e 97,7% entre pretos/pardos. Os lares com máquina de lavar roupa são 61% (35,6% em 2005), sendo 74,7% nos habitados por brancos e 49,7% por pretos/pardos.

Em dez anos, o número de domicílios com telefone (fixo ou celular) aumentou de 71,4% para 93,3% – 95,7% (brancos) e 91,4% (pretos e pardos).

Já o total de domicílios com microcomputador subiu de 18,5% para 46,2% (56,7% entre os brancos e 37,1% entre pretos/partidos). Com acesso à internet, são 40,5% (51,2% e 31,2%, respectivamente), ante 13,6% em 2005.

O número médio de moradores por domicílio diminuiu de 3,5, dez anos antes, para três, com queda também na proporção de moradias com menos de quatro cômodos, de 10,8% para 7,6%. De acordo com o IBGE, isso tem reduzido o chamado adensamento domiciliar excessivo – onde há mais de três moradores em cada cômodo usado como dormitório. POR REDAÇÃO)

Publicado em 02/12/2016

Decreto institui Sistema e Plano Municipal de Cultura

A cidade de São Paulo passa a contar com um sistema municipal e um plano municipal de Cultura. Ambos foram instituídos por meio do Decreto n° 57.484, publicado no Diário Oficial no dia 30 de novembro

O decreto é resultado da adesão do município ao Sistema Nacional de Cultura e contém, além dos elementos que compõem o Sistema Municipal de Cultura, um anexo único com as diretrizes, ações e metas do Plano Municipal de Cultura.

O plano foi elaborado com a participação da sociedade civil e de diversos órgãos da Prefeitura de São Paulo. Ele estabelece 20 metas e 96 ações a serem cumpridas pelas políticas culturais municipais nos próximos dez anos. O conteúdo é resultado da sistematização das contribuições recebidas de mais de 2.600 participantes ao longo dos meses de fevereiro a maio de 2016, por meio de audiências públicas regionais e temáticas, consulta pública on-line e reuniões intersecretariais.

Já o Sistema Municipal de Cultura é um instrumento de articulação, gestão, fomento e promoção de políticas públicas de cultura, tendo como essência a coordenação e cooperação com vistas ao fortalecimento institucional, à democratização dos processos decisórios e à obtenção de economicidade, eficiência, eficácia e efetividade na aplicação dos recursos públicos. Um de seus pilares principais é a participação popular na gestão de políticas e dos recursos públicos da área cultural, contando com isso para balancear a distribuição desses recursos aos diversos segmentos artísticos e culturais e regiões do município.

No mesmo decreto, também foram criados dois outros instrumentos: o Sistema Municipal de Financiamento à Cultura e o Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais. 

O primeiro é constituído pelo conjunto de mecanismos de financiamento da cultura existentes no âmbito do município, incluindo todas as fontes de recurso que representam receitas para a implementação do Plano Municipal de Cultura.

Já o Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais tem como objetivo instituir um sistema integrado de gestão e acesso à informação que contribua para o planejamento das políticas de cultura e para o fomento à participação cidadã, sendo de fundamental importância para o monitoramento do Plano Municipal de Cultura.

 

Por Secom/PMSP

Foto: Centro Cultural/SP

Publicado em 02/12/2016

De 2005 a 2015, população envelhece e famílias têm menos filhos

Dados do IBGE mostram que presença de idosos a partir de 60 anos no total da população foi de 9,8% para 14,3%. Também revelam avanço lento na escolarização entre jovens

São Paulo – Em uma década, o Brasil viu crescer a participação de adultos e idosos, avançou lentamente na escolarização e registrou maior presença de casais sem filhos. Estes são alguns dos dados divulgados hoje (2) pelo IBGE, em sua Síntese de Indicadores Sociais (SIS). De 2005 a 2015, a participação de pessoas com até 14 anos no total da população (204,9 milhões) caiu de 26,5% para 21%, enquanto a de 15 a 29 anos recuou de 27,4% para 23,6%. Já a presença de adultos de 30 a 59 anos aumentou de 36,2% para 41% e a de idosos a partir de 60 anos foi de 9,8% para 14,3%.

No mesmo período, os casais com filhos passaram de 50,1% para 42,3% do total, enquanto a presença de casais sem filhos aumentou de 15,2% para 20%. A taxa de fecundidade passou de 2,09 filhos por mulher para 1,72 no ano passado, queda de 17,7%.

Segundo o IBGE, 56,3% das pessoas acima de 15 anos viviam em união, sendo 36,5% casadas no civil e/ou religioso e 19,8% em união consensual. Uma em cada quatro (25,4%) nunca haviam vivido em união e 18,3% não viviam mais.

De um total de 71,2 milhões de arranjos em domicílio particular, 85,1% eram famílias, 14,6% eram unipessoais e 0,3%, multipessoais sem parentesco. "Entre 2005 e 2015, observa-se uma tendência de aumento da proporção de arranjos unipessoais, de 10,4% para 14,6%, relacionada ao envelhecimento populacional, uma vez que a proporção de arranjos unipessoais formados por pessoas de 50 anos ou mais passou de 57,3% para 63,7%", diz o IBGE.

Também cresceu a proporção de mulheres chefes de família – de 30,6% para 40,5%.

Na educação, o IBGE mostrou avanço lento na taxa de escolarização de jovens de 15 a 17 anos, com crescimento de apenas 3,4 pontos percentuais em uma década, de 81,6% para 85%. Na faixa de 6 a 14 anos, chegou a 98,6%.

De 2005 a 2015, caiu o chamado atraso escolar (proporção de estudantes com idade dois anos ou mais acima da esperada para a série que frequentavam), de 36,9% para 26,4% do total, na faixa de 15 a 17 anos. Na rede pública, essa proporção era 3,6 vezes maior do que na particular. E os 20% dos alunos com menor rendimento domiciliar per capita tinham taxa de distorção de 40,7%, cinco vezes maior do que aqueles com maior rendimento. (POR REDAÇÃO RBA. FOTO: MARCELO CAMARGO/ABR/FOTOS PÚBLICAS)

 

Publicado em 02/12/2016

Produção industrial no Brasil cai 1,1% em outubro, diz IBGE

A produção industrial recuou 1,1% em outubro sobre o mês anterior, informou o IBGE nesta sexta-feira (2), após avanço de 0,5% em setembro. Esse é o pior resultado para o mês desde 2013, quando a produção apresentou perda de 1,5%.

A queda foi acima do esperado e o pior resultado para o mês em três anos, iniciando o quarto trimestre com mais um indício da fraqueza que marcou o ano todo, principalmente dos investimentos.

Sobre o mesmo mês do ano anterior, a produção apresentou queda de 7,3%, chegando ao 32º mês seguido no vermelho nessa base de comparação.

"A indústria está bem distante do patamar máximo, ela vem perdendo dinamismo e não sabemos onde isso vai parar. O setor industrial carece de estímulos", destacou o economista do IBGE André Macedo.

 

Os resultados foram piores do que as expectativas em pesquisa da Reuters com economistas, de recuo de 0,8% na variação mensal e de queda de 6,45% na base anual.

Em outubro, as perdas foram generalizadas entre as categorias analisadas. A produção de Bens de Capital, uma medida de investimento, apresentou queda de 2,2% sobre setembro, chegando a quatro meses consecutivos de recuos. Bens Intermediários caíram 1,9%, apagando o ganho de 0,9% visto no mês anterior.

Entre os 24 ramos pesquisados, 20 apresentaram perdas, com destaque para produtos alimentícios (-3,1%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5%).

A forte queda dos investimentos foi justamente um dos principais motivos para que a recessão brasileira tenha se aprofundado no terceiro trimestre, com o PIB (Produto Interno Bruto) encolhendo 0,8%.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida de investimento, despencou 3,1% entre julho e setembro, a queda mais acentuada desde o último trimestre de 2015.

A confiança da indústria brasileira chegou a registrar leve alta em novembro com a melhora tanto das expectativas quanto da situação atual, de acordo com dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Entretanto, as perspectivas para o setor permanecem fracas, com o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) apontando que a recessão econômica brasileira continuou prejudicando o fluxo de pedidos para a indústria em novembro e que o setor permaneceu em forte contração.

"Aquele ambiente de incerteza que há uns quatro meses se dissipou agora volta com força no presente e retrai todo mundo", completou Macedo, do IBGE

Por Reuters/Folha de São Paulo

Foto: Gilson Abreu/FIEP

Publicado em 02/12/2016

Grupo dos 10% mais ricos concentra 40,5% da renda no país, aponta IBGE

Embora a concentração de renda tenha diminuído no Brasil nos últimos anos, o grupo dos 10% mais ricos ainda concentra 40,5% do rendimento dos trabalhadores brasileiros.

O dado é da Síntese de Indicadores Sociais divulgada nesta sexta (2) pelo IBGE. Os 40% mais pobres ficaram com apenas 13,6% da renda. Em relação a 2005, a concentração da renda entre os 10% mais ricos caiu de 45,3% para 40,5%. Já a fatia dos mais pobres subiu de 11% para 13,6%.

A queda levou a uma redução do índice de Palma (indicador de desigualdade que compara a renda dos 10% mais ricos com a dos 40% mais pobres) no período, de 4,1 para 3.

A distribuição de renda entre brancos e pretos ou pardos também diminuiu, mas permanece em níveis altos.

De acordo com o IBGE, entre os 10% mais pobres, 75,5% se declaram pretos ou pardos. Em 2005, eram 74,1%.

No grupo dos 10% mais ricos, 79,7% são brancos. Em 2005, eram 86%.

Com base em dados da Pesquisa Nacional de Saúde, de 2013, o IBGE detectou ainda grande desigualdade com relação ao acesso a bens e serviços.

Entre pretos e pobres com mais de 18 anos, 45% não haviam concluído o ensino fundamental, 60,8% não têm acesso à internet em seu domicílio, 53,1% não têm máquina de lavar e 76,8% não têm plano de saúde.

Entre os brancos, os números são 32,6%, 40,7%, 27,2% e 60,1%, respectivamente.

"Há muito trabalho a ser feito. Um país desigual como o Brasil necessita de políticas públicas para reduzir a desigualdade", disse o coordenador da pesquisa do IBGE, André Simões. (Por NICOLA PAMPLONA, DO RIO/FOLHA DE S. PAULO)

 

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